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Um CTO sênior, só quando a decisão pesa.

Arquitetura, escolha de stack e gestão de fornecedores sob demanda, sempre por trás da sua marca.

Sinais de que a decisão técnica já está te custando caro.

Você não precisa de um CTO em tempo integral. Mas alguns momentos pedem decisão técnica que não dá para terceirizar no freelancer nem adivinhar sozinho.

  • A agência cresceu, a parte técnica não acompanhou

    Projetos mais complexos e decisões de arquitetura tomadas no escuro, torcendo para dar certo.

  • Um projeto grande caiu no colo

    Pediram app, plataforma ou integração pesada, e falta quem saiba dimensionar risco e prazo.

  • Você gerencia dev sem saber avaliar dev

    Contrata freelancer e fornecedor, mas não sabe julgar se a entrega é boa nem se o preço é justo.

  • Transição ou incêndio técnico

    Migração, dívida técnica ou um incêndio em produção que ninguém aí sabe apagar.

Toda a senioridade de um CTO, à disposição.

  1. Avaliação dos sistemas atuais e um roadmap técnico alinhado às metas da agência, com arquitetura validada antes de virar código.

    • Roadmap
    • Arquitetura
    • Escopo

Como o CTO as a Service entra na sua agência.

  1. Conversa de descoberta para entender a agência, os projetos em jogo e onde a decisão técnica está travando.

    • Conversa de descoberta com o time
    • Mapeamento dos projetos e sistemas atuais
    • Identificação dos gargalos técnicos
    • Leitura do momento e das prioridades da agência

Liderança técnica de verdade, não palpite genérico.

  • Sênior de verdade

    Quem decide com você já errou e acertou antes, em projetos reais, não em slide de consultoria.

  • Entende o modelo de agência

    A gente respeita o seu escopo. Não invade design, conteúdo nem mídia.

  • Conectado à execução

    Se a decisão virar projeto, a mesma casa executa, do Desenvolvimento Web ao MVP Sprint 15, sem repassar para terceiro.

Perguntas frequentes.

Respostas diretas sobre time, white label, execução, cobrança e quando faz sentido começar.

Não. O CTO as a Service serve tanto para a agência que ainda não tem ninguém de tecnologia quanto para a que já tem time e precisa de direção sênior.

Não, a não ser que você peça e esteja presente. O modelo é white label: a liderança técnica aparece como da sua agência, e a Dorck fica nos bastidores.

O CTO as a Service é direção, não execução. Quando a decisão vira projeto, a execução entra como serviço à parte, na mesma casa, então você não precisa caçar fornecedor.

Por banco de horas mensal ao valor-hora vigente, ou de forma pontual para uma decisão específica. Sem salário, encargos ou rescisão. Você escala as horas quando o momento aperta e reduz quando esvazia.

Pode. Dá para começar por uma decisão ou projeto específico e depois decidir se vale virar uma presença recorrente.

Não. A recomendação é sempre pela escala e pelo custo do seu projeto. A Dorck trabalha com várias stacks justamente para indicar a certa, não a que dá mais trabalho para a gente.

Serve. Fundadores que já tiraram o MVP do papel e precisam de direção técnica contínua para escalar também contratam o CTO as a Service.

Sua próxima decisão técnica não precisa ser no escuro.

Uma conversa de 30 minutos, sem compromisso. A gente entende o momento da sua agência e mostra como a liderança técnica sob demanda encaixa.

Resposta em até 2 horas úteis